Mapa de questões · 2º dia
Questão 95 — ENEM 2012Caderno azul · 2º Dia
Las Malvinas son nuestras
Sí, las islas son nuestras. Esta afirmación no se basa en sentimientos nacionalistas, sino en normas y principios del derecho internacional que, si bien pueden suscitar interpretaciones en contrario por parte de los británicos, tienen la fuerza suficiente para imponerse.
Los británicos optaron por sostener el derecho de autodeterminación de los habitantes de las islas, invocando la resolución 1514 de las Naciones Unidas, que acordó a los pueblos coloniales el derecho de independizarse de los Estados colonialistas. Pero esta tesitura es también indefendible. La citada resolución se aplica a los casos de pueblos sojuzgados por una potencia extranjera, que no es el caso de Malvinas, donde Gran Bretaña procedió a expulsar a los argentinos que residían en las islas, reemplazándolos por súbditos de la corona que pasaron a ser kelpers y luego ciudadanos británicos. Además, según surge de la misma resolución, el principio de autodeterminación no es de aplicación cuando afecta la integridad territorial de un país.
Finalmente, en cuanto a qué haría la Argentina con los habitantes británicos de las islas en caso de ser recuperadas, la respuesta se encuentra en la cláusula transitoria primera de la Constitución Nacional sancionada por la reforma de 1994, que impone respetar el modo de vida de los isleños, lo que además significa respetar sus intereses.
MENEM, E. Disponível em: www.lanacion.com.ar. Acesso em: 18 fev. 2012 (adaptado).
O texto apresenta uma opinião em relação à disputa entre a Argentina e o Reino Unido pela soberania sobre as Ilhas Malvinas, ocupadas pelo Reino Unido em 1833. O autor dessa opinião apoia a reclamação argentina desse arquipélago, argumentando que
Alternativas
Resolução
📋 Ficha da Questão
- 📚 Matérias Necessárias: Espanhol → Argumentação jurídica
- ⚡ Nível: Médio — o autor contesta o princípio invocado pelos britânicos.
- 🎯 Tema/Habilidade: A disputa pelas Malvinas.
- 🏆 Gabarito: C — revelado após a resolução completa
🔎 Passo 1 — O que a questão pede
- Comando: que argumento o autor sustenta.
- Estrutura da questão: ele afirma que a reivindicação se baseia em normas de direito internacional, e observa que os britânicos optaram pela autodeterminação.
- Armadilha antecipada: supor que ele aceita a autodeterminação. Ele a menciona como o argumento adversário, para contestá-lo.
📚 Passo 2 — O conceito em jogo
Autodeterminação dos povos é princípio da ONU: cada povo decide seu destino político. Mas ele se aplica a povos colonizados, e não a populações transplantadas pela potência colonizadora.
O argumento argentino é justamente esse: os habitantes das ilhas são de origem britânica, instalados após a expulsão da população anterior em 1833. Não constituem povo colonizado.
Por isso o autor sustenta que o princípio invocado pelo Reino Unido não se aplica ao caso.
🧮 Passo 4 — O caminho até a resposta
Identifique o argumento adversário citado: os britânicos invocam a autodeterminação dos habitantes das ilhas.
Identifique a posição do autor: ele defende a soberania argentina com base em normas de direito internacional.
A tese é que o princípio de autodeterminação carece de aplicabilidade no caso — alternativa C.
🔍 Passo 5 — Análise das Alternativas
- A) ✗ Incorreta. A descolonização das ilhas é reivindicada pela Argentina, e não contemplada pela lei britânica.
- B) ✗ Incorreta. O autor invoca as normas internacionais como fundamento de sua posição, e não as desacredita.
- C) ✓ Correta. É a tese do texto: o princípio invocado pelos britânicos não se aplica ao caso das Malvinas.
- D) ✗ Incorreta. O texto não afirma que a população inglesa compreenda a reivindicação argentina.
- E) ✗ Incorreta. Não há proposta de repatriação dos habitantes das ilhas no texto.
🏁 Passo 6 — O que levar dessa questão
Quando o texto cita o argumento do adversário, é para contestá-lo. Não confunda menção com adesão.
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